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O teste da cadeira de balanço.
Isso foi um dos motores que me fez mudar em 2025.
Aprendi isso com Olly Richards.
Na época, ele foi provocado a fazer esse teste por ninguém menos que Tony Robbins.
A cena é simples:
Imagine-se com 80 anos.
Sentado em casa, numa cadeira de balanço.
Olhando pra trás, revendo tudo que viveu.
A pergunta é inevitável:
De que você se arrepende de ter feito?
E, mais importante… de que você se arrepende de não ter feito?
Esse exercício é brutal porque expõe a raiz da nossa vida hoje.
Normalmente, vivemos a partir da lacuna.
O espaço entre onde estamos e onde queremos chegar.
E nessa busca, entramos em déficit permanente.
“Não posso ficar em paz até ter 10 milhões no banco.”
“Não posso descansar até ser reconhecido no mercado.”
“Não posso parar até provar que deu certo.”
Só que, quando você se coloca aos 80 anos, a estrutura se inverte.
O dinheiro não importa, você já não pode gastar.
O reconhecimento também não, ninguém mais se importa.
O que sobra é só isso:
O que você realmente valorizou?
O que deixou de viver?
O que ficou pelo caminho?
Foi esse exercício que me ajudou a tomar a decisão de mudança profissional no começo desse ano.
E principalmente, mudar meu tier de prioridades. Colocando a família em primeiro lugar.
E agora, três meses depois, esse é o terceiro e-mail que envio pra quem está me acompanhando nessa jornada.
Um por mês, por enquanto.
Pouco? Talvez.
Mas prefiro não prometer e entregar.
Tome o controle.
TMJ,
Loren.