- A Caixa. Vou te contar tudo
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- Te contei tudo aqui.
Te contei tudo aqui.
Tirei a armadura.
Respira.
Esse e-mail não é um pitch, nem um roteiro disfarçado.
É só uma pausa. Um café.
Se você entrou aqui esperando um “funil”... talvez tenha se enganado de porta.
O que eu tô construindo não começa com uma promessa.
Depois de anos escrevendo para os outros,
essa é a primeira vez que escrevo por inteiro, como quem tira a própria armadura.
Talvez você tenha vindo por curiosidade.
Talvez por confiança.
Ou talvez só clicou porque alguma coisa aí dentro te puxou.
Não importa o motivo.
Importa o que a gente vai fazer com isso agora.
Vamos direto ao ponto:
Por que eu saí?
Foram 10 anos intensos.
Agência. A9. HJ Conference.
Trabalhei com gente brilhante, executei projetos incríveis, aprendi mais do que caberia aqui.
Mas chegou um ponto em que o que faltava…
era viver algo fora dali.
O pensamento de mudança profissional me acompanhava há mais de um ano.
Só faltava o timing.
E claro — entregar tudo o que me comprometi até o fim.
Demorou muito tempo, pra acontecer "de uma hora pra outra" (rs).
E depois da saída?
30 dias em silêncio.
Sem anúncio. Sem estratégia. Só alguns souberam.
Tentei desacelerar. Não consegui tanto.
Minha agenda já começou a sobrepor compromissos — mas tô arrumando isso também.
Nos últimos 30 dias, entrei em movimento.
Projeto 01:
Empresa sem bater meta desde janeiro.
Entrei. Revisei estratégia. Mesma equipe, mesmos produtos.
30 dias depois: meta batida.
Não por mágica — por foco no que importa.
Projetos 2, 3, 4:
Quase todas as empresas que me procuraram têm o mesmo cenário:
falta de estrutura real de marketing. Ou não têm equipe, ou quem tá lá não consegue agir estrategicamente.
Em alguns casos, precisei voltar até a DRE.
Porque não tem tráfego que resolva empresa mal configurada na base.
Projeto 5:
Um jogo diferente. Médio prazo.
Menos sobre o final do mês, mais sobre futuro, equity, visão macro.
O que a gente mais esquece é de construir enquanto vende.
E sim…
mesmo depois de dizer que não lançaria nada…
minha alma de marketeiro tá coçando.
Tô pensando em fazer um encontro online.
Simples, direto, com quem quiser ouvir de verdade o que tá acontecendo nos bastidores.
Se te interessa, responde esse e-mail. Só isso.
Por enquanto, sigo com uma certeza:
não quero mais viver negócios como “isso ou aquilo”.
Foco é essencial. Mas abrir a visão é libertador.
A gente precisa respirar mais.
E construir de um jeito que dê orgulho.
Sem estresse disfarçado de performance.
Tamo junto.